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António é o meu nome, Rómulo de Carvalho

Portugal. Biblioteca Nacional; Couto, Jorge, 1951-, pref.; Nunes, Natália, 1921-, colab.; Carvalho, Frederico, colab.; Rêgo, Manuela, 1952-, ed. lit.; Soares, Luísa Ducla, 1939-, ed. lit.; Lopes, Fátima, 1956-, ed. lit.; Diogo, Rosário Dias, revisor;

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Ano: 2006   Desc. Física: 295, [1] p. : il. ; 24 cm + a mocidade (4 p.);

ISBN: 9789725654101

Colecção: Bibliografias

Descrição: Rómulo de Carvalho começou a revelar pendor poético ainda na infância, conhecendo-se, pelo menos, três composições autografas datadas de 1911: as quadras Era uma vez um menino e Maria é o 1.º nome , bem como o poema Um casamento . A sua paixão pela Física associada a circunstância de natureza pessoal sobrepuseram-se, durante largo tempo, à criação poética. Concluído o curso, o magistério liceal e a preocupação em desenvolver metodologias que incentivassem o gosto pela disciplina entre os alunos levaram-no a embrenhar-se afincadamente na docência, na elaboração de textos didácticos e na colaboração em diversas revistas de cariz científico e pedagógico. O labor de Rómulo de Carvalho como investigador da História da Ciência e do Ensino contribuiu de forma substancial para o avanço do conhecimento dessas matérias em Portugal. A par da actividade de professor liceal, de divulgador de temas científicos e de investigador, Rómulo de Carvalho retomou, no início da década de cinquenta, a criação poética, então como António Gedeão publica o seu primeiro livro de poesia: Movimento Perpétuo , 1956, a que se seguem Teatro do Mundo , 1958, e Máquina de Fogo , 1961. A musicalização de alguns dos seus poemas como «Pedra Filosofal» ou «Calçada de Carriche» contribuiu para popularizar a sua obra poética junto do grande público, na década de setenta do século XX.

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