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Interpretar e traduzir o imaginário de Roald Dahl

Coord.: Rogério Miguel Puga

Edição impressa não disponível

comprar ebook €3.00 (IVA incluído)

Ano: 2016  

ISBN: 9789725655853

Colecção: Catálogos

Descrição: Assinalando o 100.º aniversário do nascimento de Roald Dahl (1916‑1990), um dos mais conhecidos autores britânicos de livros infantis do século XX, em parte devido às adaptações da sua obra ao cinema e à televisão, a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) publica um catálogo das suas obras (traduções), bem como das obras sobre ele existentes no seu acervo, acompanhado por três estudos: uma extensa introdução à sua obra, da autoria de Rogério Miguel Puga, um texto que incide sobre os desafios da sua tradução, da autoria de Luísa Ducla Soares, a mais conhecida tradutora de Roald Dahl, e um último sobre o papel da tradução na divulgação das obras infantis de Roald Dahl em Portugal, da autoria de Ana Brígida Paiva.

O catálogo surge na sequência da mostra «Potter150/Dahl100: traduções portuguesas» e da conferência «Potter 150 / Dahl 100» que decorreram em 2016 na BNP.
As obras de Roald Dahl são normalmente contadas a partir do ponto de vista da criança, que enfrenta e comenta a ação de adultos vilões, e em que a bondosa personagem infantil acaba sempre por triunfar sobre o mal e a violência dos adultos, denunciando muitos dos seus absurdos e injustiças.

Dahl é ainda conhecido por rentabilizar criativamente a sonoridade e os ritmos possíveis e até impossíveis da língua inglesa, utilizando sons atrativos para crianças, brincando com as palavras através de onomatopeias, homofonias, malapropismos e spoonerisms, criando novos termos que as crianças descodificam facilmente por serem propositadamente semelhantes a palavras que já conhecem.

Destaque-se que, além da ficção para crianças e jovens, Dahl escreveu também ficção e não-ficção para adultos, por exemplo, mais de 60 contos, muitos dos quais macabros e com finais inesperados, o romance My uncle Oswald (1979), criticado devido ao erotismo (considerado) excessivo e de «mau gosto», guiões de filmes, como You only live twice (1967), um dos episódios da saga James Bond (007), etc.

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